Minotauro defende que última luta de Belfort seja no Rio de Janeiro no UFC 212

Rodrigo Minotauro foi um dos maiores representantes das artes marciais brasileiras, fez muito sucesso no Pride e no UFC na categoria peso-pesado. Aos 40 anos, o ex-lutador trabalha como embaixador da organização americana. Questionado sobre o desejo de Vitor Belfort de encerrar a carreira na sua cidade natal, no UFC Rio de Janeiro, dia 3 de junho, já que tem mais uma luta prevista em contrato, Minotauro foi enfático:

“Sempre fui fã do Vitor Belfort. Desde o início da carreira. Sempre acompanhei suas lutas. É um dos atletas que mais disputou os cinturões do próprio UFC. Fez lutas lendárias, como contra o Randy Couture, entre outras. Então, nada mais justo que ele encerrar a carreira na sua cidade (Rio de Janeiro)”, diz Rodrigo.

E vai além: “Eu soube que o adversário (CM Punk) que o Vitor sugeriu não quer enfrentá-lo no Rio de Janeiro. Na disputa de uma luta, ás vezes você está bem, que lutar contra algumas pessoas, mas o adversário não aceita. Então, tem que achar o adversário para o Vítor. O adversário também tem que estar numa fase boa, treinando bem e aceitar”, resume.

Recentemente Belfort revelou que gostaria de enfrentar o americano CM Punk em sua última luta antes de se aposentar no MMA, aliás, Vitor Belfort foi muito criticado por sugerir um “adversário mais fácil”. Mas para Minotauro o complicado nesta situação é “casar” as lutas entre os competidores.

“É uma matemática difícil para o matchmaker (montador dos cards), que está casando a luta. É complicado para ele achar o momento certo para casar um combate. O evento tem que ser atrativo também. Ás vezes, a gente pensa que não é justo. Mas é difícil fazer um card”, conta Minotauro.

Com informações do Globo.com

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